sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

A importância do profissional de educação física no tratamento da osteoporose: especialista fala sobre causas e tratamentos




As transformações ocorridas no século XX têm produzido impacto na estrutura etária da população e na distribuição quanto à morbimortalidade, o que exige mudanças nas respostas de cada sociedade em relação aos problemas de saúde. Segundo a OMS, 1/3 das mulheres brancas, acima de 65 anos, são portadoras de Osteoporose. Apesar de ser uma doença predominante em mulheres, ela também atinge os homens, estimando-se que cerca de 1/5 dos homens brancos acima de 60 anos têm 25% de chances de adquirir uma fratura osteoporótica.

DEFINIÇÃO
A Osteoporose (OP) é uma desordem esquelética crônica e progressiva de origem multifatorial que acomete pessoas idosas, tanto homens quanto mulheres, geralmente após a menopausa. Caracteriza-se por um comprometimento da resistência óssea predispondo a um aumento de risco de fratura, à dor, à deformidade e à incapacidade física, sendo uma das doenças osteometabólicas mais comuns em países desenvolvidos.
As fraturas osteoporóticas afetam qualquer parte do esqueleto, exceto o crânio. Ocorrem mais comumente na porção distal do antebraço, vértebras torácicas e no fêmur proximal.
É comum conceituar OP como sendo sempre o resultado da perda óssea. Entretanto, uma pessoa que não alcançou seu pico máximo durante a infância e a adolescência, por desnutrição ou anorexia nervosa, por exemplo, pode desenvolver OP sem ocorrência da perda óssea acelerada. Portanto, otimizar o pico de massa óssea na infância e adolescência é tão importante quanto a perda óssea no adulto.
A OP é classificada como primária, subdividida em tipos I e II, ou secundária:
Primária tipo 1
· Predominantemente em mulheres, associada à menopausa
· Perda acelerada do osso trabecular
· Fraturar vertebrais comuns

Primária tipo 2

· Ocorre tanto em mulheres quanto em homens idosos
· Compromete ossos cortical e trabecular
· Ocorrência de fraturas vertebrais e de fêmur

Secundária

· Endocrinopatias (tireotoxicose, hiperparatireoidismo e hipogonadismo)
· Fármacos (glicocorticoides, antiácidos contendo alumínio, hormônio tireoidiano, anticonvulsivantes, ciclosporina A
· Doenças genéticas (osteogenesis imperfecta)
· Artrite reumatoide
· Doenças gastrintestinais
· Transplante de órgãos
· Imobilização prolongada
· Mielomas múltiplos
· Câncer de mama
· Anemias crônicas
· Mastocitose
· Tratamento prolongado com heparina

DADOS ESTATÍSTICOS
Nove em cada 10 mulheres brasileiras não consomem a quantidade adequada de cálcio para manter uma boa saúde dos ossos. Esse é apenas um dos números que comprovam que a osteoporose é um problema grave de saúde pública. Confira outros números do Ministério da Saúde (MS), da International Osteoporosis Foundation (IOF) e da Federação Nacional e de Associações de Pacientes e de Combate à Osteoporose (Fenapco):
• 10 milhões de brasileiros sofrem de osteoporose. Uma em cada três mulheres com mais de 50 anos tem a doença. 75% dos diagnósticos são feitos somente após a primeira fratura;
• No Brasil, a cada ano ocorrem cerca de 2,4 milhões de fraturas decorrentes da osteoporose. Cerca de 200 mil pessoas morrem todos os anos em decorrência destas fraturas;
• Para as mulheres acima dos 50 anos, a recomendação para a ingestão de cálcio é de 1.000 mg por dia.
• As mulheres, principalmente na menopausa, necessitam ingerir cálcio na quantidade recomendada para manterem os ossos fortes e evitar as fraturas;
• As mulheres na menopausa são as mais atingidas pela doença, devido à queda brusca do estrógeno;
• Ossos mais afetados nas fraturas: fêmur, coluna vertebral, ombros e punhos;
• Aproximadamente 1,6 milhões de fraturas de quadril ocorrem no mundo a cada ano. O mesmo ocorre no Brasil. Em 2050 esse número pode atingir entre 4,5 a 6,3 milhões;
• Nas mulheres com mais de 45 anos, o número de dias passados em hospitais por causa de fratura em função da osteoporose é superior ao induzido por doenças como diabetes e infarto do miocárdio;
• É estimado que apenas uma em cada quatro fraturas receba o tratamento adequado;
• Nos pacientes com correção cirúrgica de fratura de fêmur por osteoporose, apenas 13,3% são encaminhados ao tratamento da doença. Isso implica na ocorrência de novas fraturas;
• O risco de novas fraturas vertebrais em mulheres que já apresentam fraturas prévias é de 27% em cada ano após a primeira fratura;
• Classifica­-se osteopenia quando a massa óssea é de 10% a 25% menor que a considerada normal. Mais do que isso, classifica­-se como osteoporose;
• 33% das mulheres maiores de 55 anos apresentam osteopenia;
• Um em cada cinco homens tem osteoporose;


CAUSAS E FATORES DE RISCO
A OP surge por vários motivos:
· menopausa;
· idade avançada;
· fatores genéticos e ambientais;
· doenças crônicas e hormonais;
· histórico familiar;
· constituição física magra;
· baixa ingestão de cálcio;
· falta de exposição a luz solar;
· sedentarismo;
· quantidade inadequada de Vitamina D no organismo;
· fumo e consumo excessivo de álcool, café e sal.

OSTEOPOROSE E MENOPAUSA
A relação da osteoporose com a menopausa pode ser explicada pelo declínio dos hormônios ovarianos. Com a redução da quantidade de estrógeno no organismo, há um desequilíbrio no metabolismo ósseo, levando a uma maior perda de massa óssea com relação ao ganho. Dessa forma, os ossos ficam mais frágeis e suscetíveis a quebras. O processo de menopausa em si já é um fator de risco para osteoporose.

OSTEOPOROSE, RISCO DE QUEDA E FRATURA
A incidência de quedas e a severidades das complicações aumentam com a idade, comprometendo progressivamente a independência funcional. Estudos apontam que a incidência das fraturas osteoporóticas está aumentando. Estima-se que em 2050 elas atingirão mais de 6 milhões de pessoas em todo o mundo. As mulheres são mais frágeis que os homens em todas as idades, por esse motivo as quedas e fraturas de quadril no sexo feminino são 2 a 3 vezes superiores às verificadas nos homens. Cerca de 70% das fraturas ocorridas em pessoas com mais de 45 anos são correlacionadas com OP. A maioria dessas lesões ocorrem em mulheres. Mais da metade das mulheres na menopausa desenvolverá fraturas espontâneas como resultado da Osteoporose.

QUADRO CLÍNICO
Geralmente a OP é assintomática. Os pacientes tomam conhecimento da doença quando ocorre uma fratura ou o médico observa alteração em exame de radiografia ou densitometria óssea (DMO). Os locais de maior ocorrência de fraturas de baixo impacto são vértebras, punho e região proximal do fêmur. As fraturas de fêmur são facilmente diagnosticadas; entretanto, só 30% dos pacientes com fraturas vertebrais procuram atendimento médico. Os mais jovens fraturam o punho ao tentarem diminuir o impacto da queda. Mais tardiamente ocorrem as fraturas de vértebras e, geralmente após os 70 anos, as femorais, quando, então, o indivíduo já não apresenta reflexos posturais adequados, caindo sentado. A maioria das fraturas vertebrais ocorre nas vértebras torácicas inferiores ou lombares superiores, provocadas por mínimos traumas, como, ao inclinar-se para frente para pegar um objeto, levantar um peso maior, tossir, sentar-se abruptamente ou até pequenas quedas. A dor por compressão vertebral é aguda, de forte intensidade, permanecendo por 6 a 8 semanas, e é evidenciada pela digitopressão da área comprometida. O colapso vertebral progressivo acaba produzindo hipercifose (corcunda ou corcova de viúva), diminuição da altura e da lordose natural lombar.
A dor, a hipercifose, a perda de altura, a restrição dos movimentos respiratórios e a compressão gástrica são consequências da fratura vertebral.

DIAGNÓSTICO E MONITORAMENTO DA OSTEOPOROSE
O exame clínico é pouco significativo para o diagnóstico da osteoporose em suas fases iniciais. Porém a investigação clínica dos fatores de risco é fundamental para identificar possíveis vítimas e alguns exames complementares podem ajudar nesse diagnóstico, sendo os mais comuns a radiografia e a densitometria óssea. A DMO é eficaz no diagnóstico da Osteopenia, condição que antecede a Osteoporose.

TRATAMENTOS
1. Medidas Farmacológicas: existem várias opções de medicamentos que auxiliam no tratamento da Osteoporose. O tipo de medicamento, assim como sua dosagem, devem ser estabelecidos após consulta e diagnóstico feito por médico especialista. Não é o objetivo desse e-book focar nas medidas farmacológicas.
2. Medidas não-farmacológicas: a prevenção da OP e das fraturas consequentes apoiam-se em um tripé: nutrição adequada, bons hábitos de vida, incluindo exercícios físicos e evitando alcoolismo e tabagismo.
3. Controle do ambiente para prevenção de quedas.

EXERCÍCIO FÍSICO E OSTEOPOROSE
As estratégias preventivas da Osteoporose deveriam ter 3 objetivos:
1. Aumentar a massa óssea durante e imediatamente após os períodos de crescimento, maximizando o pico da massa óssea;
2. Manter ou desacelerar a taxa de perda da massa óssea durante a vida adulta;
3. Diminuir os índices de propensão às quedas em adultos e idosos.
Além de melhorar a autoestima, a autonomia funcional e a consequente qualidade de vida, a prática de exercícios físicos provê um método auxiliar para prevenção e tratamento da Osteoporose. Atletas e pessoas ativas tendem a possuir densidade óssea mais elevada do que a população em geral, o que pode servir como modelo para avaliação dos efeitos de diferentes programas de exercícios na DMO. Consequentemente, atividades como o ciclismo, natação ou hidroginástica não seriam as mais indicadas para promover o aumento da densidade óssea. Vale ressaltar que a prevenção da osteoporose não deveria se limitar às intervenções realizadas na idade adulta. Aumentos, mesmo que moderados, no volume de atividades físicas em crianças estão associados a maiores DMO em todos os ossos do corpo, podendo trazer esses benefícios até a velhice. Já a prática de exercícios a partir da idade adulta, embora possibilite ganhos expressivos, tem um efeito menor em relação à diminuição dos riscos para o desenvolvimento da doença e a incidência de fraturas a ela associadas.
Para que os exercícios físicos maximizem ganhos de massa óssea é necessário que possuam determinadas características: tensão muscular e ação da gravidade e devem respeitar os princípios de especificidade (focalizar na área de interesse), sobrecarga (necessário incluir força), reversibilidade (na ausência de estímulo de treinamento, os efeitos positivos serão perdidos) e individualidade biológica (cada indivíduo alcança um determinado ganho). Os exercícios mais recomendados seriam: musculação e exercícios que gerem impacto como corrida, caminhada e pequenos saltos em conjunto com exercícios que melhorem o equilíbrio, para a prevenção de risco de quedas. Mas é muito importante que antes de iniciar qualquer tipo de modalidade de exercício a pessoa esteja em dia com suas consultas e exames médicos.

Fontes:
– FARINATTI, Paulo. T. V.ENVELHECIMENTO: PROMOÇÃO DA SAÚDE E EXERCÍCIO VOLUME 2.
– SANTOS, M.L.; BORGES, G.F. Exercício físico no tratamento e prevenção de idosos com osteoporose: uma revisão sistemática. Fisioter mov. 2010

domingo, 22 de janeiro de 2017

SOBREPESO x APTIDÃO FÍSICA: qual é o mais importante?


terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Abdominal na água oferece resistência e intensidade maiores


Meio aquático proporciona resistência tridimensional ao corpo, tornando a atividade abdominal mais puxada.


Quem quer fugir do “convencional” encontra na hidroginástica uma atividade prazerosa, desafiadora e que é capaz de potencializar os resultados. Afinal, a resistência do meio aquático faz com que o abdominal embaixo da água se torne mais intenso do que fora dela, mas o praticante não sente da mesma forma.


Melhoria da capacidade cardiorrespiratória e a resistência muscular localizada

A hidroginástica é uma atividade física que tem por objetivo melhorar o condicionamento físico global sob aspectos cardio e neuromusculares. Estimular e treinar a musculatura abdominal é de extrema importância não só pelos aspectos estéticos, mas principalmente pelos funcionais.

Além de proporcionar prazer, a prática de exercícios no meio aquático beneficia pessoas que têm dificuldade em realizar movimentos fora da água, como obesos, hipertensos e pessoas com problemas articulares,  o meio líquido é um ambiente no qual podemos desenvolver e aumentar a melhora da aptidão física e vários são os estudos que comprovam que os programas de treinamento na água melhoram a capacidade cardiorrespiratória e a resistência muscular localizada.


Diferenças biomecânicas

O abdominal praticado dentro da água traz resultados potencializados, uma vez que todos os exercícios na água precisam vencer a turbulência do meio e, para isso, os músculos abdominais precisam estabilizar o corpo. Os exercícios em suspensão exigem esses músculos de forma muito mais intensa.

Dentro da água, sofremos com a instabilidade da posição horizontal devido à flutuabilidade, porém, “ao analisar o exercício abdominal na água, observa-se que o reto abdominal e o oblíquo externo – principais músculos envolvidos na flexão do tronco – demonstram uma ação eficiente quanto ao mesmo exercício em terra”.

A prática de hidro abdominal traz diversos benefícios ao corpo. Os músculos reto abdominal e oblíquos são fortalecidos, favorecendo a redução da compressão da coluna vertebral e a melhora da mecânica respiratória. A água ainda mantém a musculatura abdominal constantemente contraída, favorecendo o fortalecimento da região.


Intensidade e volume no abdominal na água

A professora da Reebok Sport Club ensina que o treino do abdômen é usado em todas as aulas, mas há estratégias nas quais o foco é o treinamento desses músculos e, aí, a aula toda é destinada aos exercícios isotônicos e isométricos, com métodos de treino variados desde a resistência até a força. A flutuabilidade, a forma e a área dos equipamentos usados e a velocidade de execução dos movimentos determinam ainda a resistência do treino abdominal dentro d’água.

Conhecer as peculiaridades do meio líquido e as mudanças fisiológicas e biomecânicas que ele promove no corpo é fundamental para poder prescrever e explorar os exercícios da melhor forma possível: nesse meio, forças hidrodinâmicas agem no sistema locomotor em diferentes condições de movimento. Por isso é essencial conhecer suas propriedades físicas, que destaca que a hidro abdominal requer maior atenção por parte do professor para checar se os alunos estão praticando corretamente o exercício. “Um dos maiores erros é trabalhar a flexão do quadril ao invés da flexão de tronco, principalmente quando os exercícios são realizados na posição deitada em flutuação (decúbito dorsal).”

Os alunos podem praticar a abdominal na água na posição horizontal, apoiados em acessórios flutuantes, e também na vertical com materiais que boiam e impõem uma força de cima para baixo.

Por Jornalismo Portal EF

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

PROJETO VERÃO por apenas 50 REAIS POR MÊS




APROVEITE A PROMOÇÃO DE 50 REAIS POR MÊS

A ginástica localizada é uma forma de exercício que consiste em uma variedade de movimentos simples, muitas vezes rítmicos, geralmente feitos sem o uso de equipamentos. Eles são destinados a aumentar a força e a flexibilidade corporal com movimentos como flexões e saltos usando apenas do peso do corpo.
Benefícios

Geralmente, uma aula de ginástica localizada dura cerca de uma hora, tempo suficiente para queimar por volta de 500 calorias, além de beneficiar o condicionamento cardiovascular, fortalecer os músculos, melhorar as habilidades psicomotoras, tais como agilidade, equilíbrio e coordenação, aumentar a capacidade cardiorrespiratória e proporcionar a boa forma. Trata-se de uma atividade que proporciona a quem pratica uma melhora na saúde, estética, beleza, autoestima, bem-estar e disposição.

Uma boa dica é evitar trabalhar o mesmo grupo muscular em dias seguidos, por exemplo, se você exercitou as pernas hoje não é bom realizar os mesmo exercícios no dia seguinte.

O ideal é realizar a aula de ginástica localizada em academias com turmas que tenham pelo menos umas 10 pessoas. Assim, você se sentirá mais motivado a praticar os exercícios, pois terá mais pessoas ao seu redor, o que deixa o ambiente cheio de energia.
Redução da Gordura Localizada

A gordura localizada é considerada uma vilã do corpo feminino, afinal, é bastante desagradável ter pneuzinhos em áreas como abdômen, costas e braços. O excesso de gordura, juntamente com os hormônios no corpo, faz com que haja a formação de depósitos de gordura em áreas específicas.

Nas mulheres, é bastante comum o acúmulo de gordura localizada na barriga e também nos quadris, o chamado culote. Já nos homens, esse excesso ocorre com maior facilidade no abdome, a chamada “barriguinha de chopp”.

O fato é que nem os homens e nem as mulheres que se preocupam com a sua aparência estão satisfeitos e buscam formas de amenizar esse problema. Pensando pela lógica, nada melhor do que exercitar a área do corpo em que a gordura está localizada. Entretanto, a eficiência da ginástica localizada para esse fim ainda causa divergências. O ideal é que você consulte um profissional, personal trainer ou preparador físico, da sua confiança para que ele indique o que é melhor para o seu caso.

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

O que torna uma pessoa mais magra ou mais gorda é a quantidade de exercícios físicos que ela faz.


Especialista em obesidade diz que querer emagrecer sem fazer atividades físicas não traz resultados. O artigo Balanço da Energia e Obesidade,publicado no American Heart Association Journal Circulation e escrito por Jim Hill, relata que restringir a quantidade de alimentos ingeridos não possibilita a perda de peso. Para Hill, o que torna uma pessoa mais magra ou mais gorda é a quantidade de exercícios físicos que ela faz. Segundo a endocrinologista Luciana Pechmann, do Centro de Diabetes Curitiba (CDC), o corpo precisa queimar as calorias adquiridas e, mesmo que a pessoa passe a comer menos, o que faz ela de fato perder peso é o esforço físico. “É necessário enfatizar que se alimentar menos apenas evitará um maior ganho de peso”, relata. Para a especialista, quem realmente busca o emagrecimento deve procurar desenvolver atividades físicas. “Estabelecer uma dieta sem a presença de exercícios é estar fadado a falhar”, comenta. No artigo,o especialista em obesidade Jim Hill nos convida a imaginar um esquema diferente, no qual estamos movendo muito mais nossos corpos a cada dia. Para ele, nosso corpo vai precisar de mais calorias para sustentar o esforço que a atividade física acrescentou. Então, quando nos exercitamos, o organismo passa a adquirir o hábito de queimar calorias mais rapidamente. Luciana Pechmann explica que, com maior esforço diário, a alimentação será ainda maior, pois o corpo necessita de mais calorias para serem absorvidas. "A atividade física faz mais do que queimar calorias. Ela coloca o corpo em um estágio em que ele vai trabalhar para você, não contra você", relata. A endocrinologista diz que é necessário que as pessoas tenham conhecimento na hora de optar por uma forma de emagrecer. “Aprender como funciona a perda de peso é imprescindível para ajudar as pessoas a entenderem o conceito de balanço energético, que é o equilíbrio entre as calorias consumidas e / ou calorias armazenadas. Entendendo esses pequenos conceitos e aplicando esta teoria no nosso dia a dia podemos ser de diversas formas", finaliza. 
Rosmeire Paixão -Personal Trainer e Coach da saúde.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

POR QUE PERSONAL TRAINER?


Existem inúmeras vantagens em fazer exercício orientado por Personal trainer. A primeira delas, ao contrário do que se divulga, não é inacessível e nem tão caro quanto se pensa. A atenção o tempo todo e a chance quase nula de se fazer exercício errado talvez seja o maior benefício. Tanto o cliente quanto o profissional não dá pra enrolar e por isso os resultados aparecem mais rápido. Num dia em que o sujeito está aborrecido, por exemplo, por ter tido um "dia de cão" com reuniões chatas, discussões ou mesmo desanimado, a hora do exercício funciona como uma válvula de escape onde o 
Personal consciente vai aliviar a carga, optar por alongamentos, relaxamento uma massagem ou mesmo ouvir as lamúrias do cliente. Para isso o Personal precisa ter feito vários cursos inclusive de atividades holísticas agregando valor à profissão. Além de se exercitar, o cliente precisa desabafar. O exercício estimula os neurotransmissores, o desabafo completa o processo. Nesse dia, nessas condições, certamente na academia o cliente não iria.
Quanto mais versátil e experiente for o profissional para ministrar e/ou prescrever as diversas versões da ginástica (step, local, jump, bola suíça, spining e etc.) e mais a musculação maior a garantia de sucesso para os dois.
Invariavelmente o Personal acaba virando uma espécie de confidente e a discrição é uma das muitas qualidades exigidas de um profissional qualificado. Com a relação tão próxima, o profissional tem sensibilidade e sabe que tipo de treinamento é mais adequado no dia. Se ele está bem a intensidade ou a carga aumentam, mais ou menos, a carga é moderada e se está mal alivia.

De um modo geral existem três tipos de serviço personalizado oferecido: na própria academia, na residência do cliente ou no estúdio do profissional.
Na academia o serviço caba saindo mais caro porque paga-se a hora do Personal e mais a mensalidade da academia. Além disso, nem todas as academias possuem áreas reservadas para esse serviço o que seria o ideal já que se trata de uma atenção diferenciada. Num horário movimentado acaba-se disputando aparelho com os clientes comuns e criando um clima ruim.
Na residência do cliente é preciso espaço com um mínimo de aparelhagem e acessórios para um trabalho eficiente. Dependendo do nível social alguns se dão ao luxo de possuir uma mini-academia em casa. Nesse caso o preço e o horário são negociáveis e pode ser bom para os dois lados.
No estúdio do profissional, se possuir os equipamentos e acessórios necessários, pode ser muito bom também com preço igualmente negociado. Funciona como consultório, com hora marcada. 

Não existe milagre
Na academia ou com Personal a disciplina e a mudança de hábito tem que existir. A empatia entre o profissional e o cliente é a peça chave do sucesso. As pessoas hoje estão mais conscientes e preocupadas com a saúde e sabem da importância da prevenção que incluem atitudes como fazer exames médicos periódicos, preocupar-se com a alimentação, abandonar vícios ruins, fazer atividade física regular e ter uma vida social equilibrada.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Aulas particulares de NATAÇÃO e HIDROGINÁSTICA - PERSONAL SWIM TRAINER

Aproveite a temporada de calor para iniciar um bom programa de boa forma em atividades aquáticas ou simplesmente aprenda a nadar. Não fique de fora enquanto os outros aproveitam sua piscina. 

Somente o profissional especializado na área pode ajudar você a alcançar seus resultados



São inúmeros os benefícios das atividades aquáticas, em diferentes faixas-etárias e respeitando melhoria em diversos níveis:

No que concerne ao aspecto físico, a possibilidade de realizar movimentos sem causar impacto às articulações e tendões, estimulação de toda a musculatura e manutenção do tônus muscular, efeitos benéficos sobre o sistema respiratório e cardiovascular, recuperação de enfermidades, entre outros.

Em relação ao aspecto psicológico, tendência à elevação da auto-estima, alívio dos níveis de stress, maior disposição p/ enfrentar as atividades cotidianas, entre outros.

No que tange ao aspecto social, é perceptível como há novas possibilidades de favorecimento das relações interpessoais e conseqüente aumento dos laços de amizade, interesse em compartilhar experiências e ideais, entre outros.

Tanto é verdade o discutido acima, que a orientação dada por diversos médicos, educadores físicos e fisioterapeutas é para que seus clientes optem pelos benefícios das atividades aquáticas como alternativa ao processo de recuperação de determinada enfermidade ou mesmo como forma de precaução aos diversos males.


O certo é que a água está em nosso corpo, na nossa vida e ocupa a maior parte de nosso planeta. Dentre outras inúmeras características do meio líquido, não menos importante seria sua relação com a Educação Física, haja vista a vasta quantidade de atividades que podem ser realizadas em tal ambiente líquido.